História do código de barras

Código UPC-A

Começar a usar o código de barras numa pequena empresa pode parecer desafiador e um pouco caro para pequenos empreendedores.

Entretanto, a facilidade do uso do código de barras é imensa, pois além de ter um melhor controle do seu estoque, você pode saber qual o produto tem mais saída e, portanto, ter mais inteligência no seu negócio.

Se você está procurando utilizar o código de barras na sua empresa, este artigo vai lhe tirar algumas dúvidas de como obtê-lo, como os códigos de barras funcionam e como usá-los de forma prática e fácil.

O que você vai aprender?

  • O que são e para que servem os códigos de barras
  • Breve histórico do código de barras

O que são e para que servem os códigos de barras?

Os números que você vê atrás dos produtos geralmente com um fundo branco e barras pretas são os códigos de barras, também chamados de códigos UPC e EAN (os mais comuns).

Todo produto possui um número de código de barras único, portanto, se você tem uma massa de macarrão com 500g e outra massa da mesma marca com 200g, ambos precisam de um número de código de barras. Assim, para cada sabor, cor ou variação diferente do produto que pretende vender, você precisa de um número de código de barras único.

Os códigos de barras foram criados para facilitar a integração entre produtos, mercadorias, caixas, etc. com o estoque. Antigamente havia um grande problema com filas enormes em caixas e falta de controle dos estoques dos produtos. O código de barras surgiu como solução para isso.

Em 2006, a GS1 criou um modelo oficial para padronizar os processos de identificação de produtos e gestão comercial. Esse padrão é um código de barras linear alfanumérico que é utilizado em mais de 140 países. Ele permite que um grande número de informações sobre um produto seja colocado em um pequeno espaço disponível.

Cada linha preta que você vê no código de barras representa um número 1, e o espaço branco um 0. As 2 barras finas e mais compridas que ficam tanto no início quanto no fim do código sinalizam o início e o fim do código do produto. Elas facilitam a leitura do código de barras pelo scanner.

O sistema de código de barras GS1 é utilizado no mundo todo. Se você quer aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar o controle do estoque e diminuir as filas do caixa da sua empresa, então você precisa de um código de barras.

Histórico

Grandes supermercados e empresas que precisavam estocar seus produtos, sempre tiveram um enorme problema em gerenciar seu estoque e contabilidade. Para se ter uma ideia, alguns deles fechavam até 3 dias seguidos apenas para fazer o balanço, sem contar no amontoado de papel para fazer o controle.

Os funcionários tinham que analisar item por item manualmente. Para tomar decisões de compra, os gestores tinham que esperar esses dados. Muitas vezes, a única forma de controle era ver que o produto estava faltando na prateleira.

Em meados da década de 70, um grupo de executivos do setor de supermercados decidiu que precisava de algum símbolo ou representação numérica que pudesse ser escaneado para aumentar a velocidade na fila dos caixas. Eles fizeram algumas especificações e pediram a algumas empresas (entre elas a IBM) uma solução.

George Laurer, que trabalhava na IBM, ficou à frente do projeto e criou o código de barras retangular que conhecemos hoje, também chamado de Universal Product Code (UPC).

George Laurer

(Créditos para Bill Selmeier da idhistory.com)

O primeiro código de barras lido por um scanner foi o de uma caixa de chicletes em 1974.

No Brasil, o código de barras só entrou em vigor em 1984.

Como o marketing digital tem mudado o mercado brasileiro

Clarissa de Mattos Silva

 

O marketing digital é o meio que muitas empresas acham de promover uma comunicação direta e personalizada para o público. Podemos defini-lo de uma maneira simples. É uma estratégia digital todo o conjunto de atividades que uma companhia faz com o objetivo de atrair mais investimentos e negócios, criar relacionamentos e moldar a identidade de uma marca.

Em seu início, o marketing digital não era tão efetivo quanto às maneiras tradicionais de promoção de marcas. Isso ocorria, principalmente, pois o usuário apenas recebia informações, ou seja, não havia interação ou aproximação entre esses dois componentes. Chamamos esse tipo de usuário de “passivo” em relação ao conteúdo recebido.

Com o avanço da internet e sua democratização, todos puderam produzir e divulgar conhecimentos, e foi dessa maneira que começou a se moldar o marketing de hoje.

Atualmente, a maior marca da comunicação digital é a participação do público, que se torna ativo. O que vemos agora é uma comunicação de via dupla: a empresa produz conteúdos que atingem o público, e esse, por sua vez, produz respostas que modificam os assuntos discutidos.

O Google, em uma pesquisa desenvolvida na América Latina, constatou que 83% dos usuários da internet que procuram alguma informação confiam nos demais consumidores. Enquanto existia, até pouco tempo atrás, um consumidor integrado apenas à empresa, agora existem consumidores ligados entre si.

Desse modo, devemos considerar o contexto de constantes trocas de informações antes de nos aprofundarmos em uma análise do marketing no Brasil recente. O marketing digital, como está sendo feito, tem o objetivo claro de entregar a mensagem certa para o público certo. A principal maneira de fazer isso é por meio de uma utilização estratégica das redes sociais.

Uma estratégia para atrair o público que vem se tornado popular é o chamado marketing de conteúdo. Os resultados, tanto para as vendas da empresa, quanto para a interação com clientes, são acima da média.

O essencial nesse tipo de ação é tirar a atenção do produto em si. A marca passa a falar sobre o que interessa aos consumidores, mesmo que o assunto não estabeleça uma ponte direta com o artigo promovido. Essa percepção de possíveis temas é conseguida com pesquisas de mercado, que nos mostram o estilo de vida do público.

Certamente, já entendemos que fazer marketing digital está em alta. Além disso, também já sabemos que esse tipo de estratégia promove resultados. Mas como isso é desenvolvido especificamente no mercado do nosso país? Como todas essas mudanças foram sentidas pelo mercado nacional?

As potencialidades do mercado brasileiro

O público de nosso país é muito integrado às plataformas digitais. Isso forma uma disposição muito atrativa para o desenvolvimento do marketing digital. O relatório “2014 Brazil Digital Future in Focus” nos trouxe dados que comprovam a ligação do brasileiro à internet: passamos 12,9 horas por mês no Facebook, enquanto o resto do mundo passa em média 5,7 horas nessa rede.

Outro dado interessante diz respeito à presença dos internautas do Brasil em relação aos demais países. Possuímos a quinta maior audiência online do mundo. Isso significa dizer que representamos 40% de todos os acessos na América Latina.

Com a percepção dessas potencialidades, o mercado foi se moldando lentamente para incorporar o ambiente online. Agora, o Brasil se encontra em terceiro lugar no número de empresas que utilizam ações digitais – já estão incluídos nossos 6.979 negócios nessa contagem.

Várias mudanças puderam ser notadas a partir desse crescimento da presença de empresas nas plataformas digitais. A primeira delas diz respeito aos pequenos e médios negócios, que começaram a se proliferar no país.

Com a internet, muitos negócios que não teriam sobrevivência garantida no mercado físico conseguem se destacar por meio de campanhas inteligentes e criativas nas redes sociais. O que vemos é um aumento acelerado da popularidade de marcas que amadurecem na internet.

Os negócios mais tradicionais, que já se consolidaram no mercado off-line, devem estar atentos à atenção do público conseguida por essas recentes marcas. Se não souberem fazer essa transição do mundo físico para o mundo digital, muitas companhias serão engolidas por aglomerados de empresas menores.

Deve-se considerar, ademais, que o tempo da internet é diferente. Nas plataformas digitais, conteúdos se tornam populares em uma velocidade incomparável com o seu ambiente oposto. O alcance da internet também é muito amplo. Por isso, empresas que migram para plataformas online podem expandir seu público alvo e quebrar barreiras de nacionalidade.

Voltando às pequenas e médias empresas, um fenômeno observado recentemente é o descarte de campanhas tradicionais de marketing. Muitas vezes, essas empresas optam por manter um conteúdo informal, atualizado e dinâmico nas redes sociais, e se concentram apenas nesse tipo de divulgação. Além da economia, essas são estratégias que garante um maior sucesso.

Podemos citar o caso do Nubank, marca jovem com um desenvolvimento impressionante. Em vez de apenas fornecer conteúdos, a empresa optou por aumentar o engajamento com o público, que acaba divulgando produtos indiretamente. Aqui, observamos uma tendência no mercado brasileiro de distanciamento da mídia e do marketing off-line.

A principal tendência do mercado: um marketing pessoal

O afastamento da comunicação voltada para massas é outra modificação que pode ser estudada. As campanhas digitais estão cada vez mais segmentadas e penetradas no universo do consumidor que procuram atingir.

Por isso, não é incomum vermos companhias adotando expressões e hábitos de acesso de uma determinada comunidade digital. Quando plataformas como o Netflix promovem campanhas cheias de ligações com suas séries, é isso que estão fazendo: pegando algo popular entre os consumidores, e transformando em uma promoção indireta da própria empresa.

Há, agora, o retorno do marketing de relacionamento. A campanha humanizada, com um atendimento mais pessoal e direto, é um fator em alta como consequência do aprofundamento da comunicação digital. O importante não é mais falar com um grupo de consumidores, mas sim, falar com o consumidor, fazendo com que ele se sinta exclusivo no processo.

Esse aspecto está ligado ao maior enfoque em dados e números que temos visto no mercado atual. Com o fácil acesso ao monitoramento das atividades dos usuários, as empresas procuram criar campanhas certeiras e previamente estudadas.

O recomendado é unir números e histórias. Há uma pressão por resultados e dados, mas é importante que o cliente receba a informação de maneira inteligente e indireta. O sucesso dessa relação dependerá da criatividade das campanhas, exigência básica do mercado moderno.

Essa nova dinâmica também pode ter relações com o marketing de conteúdo, já apresentado aqui. Apesar de ser um conceito mais antigo, é por causa do caráter digital que ele vem ganhando popularidade.

Já discutimos anteriormente que os consumidores estão modificando sua maneira de receber informação, que passam de passivos para ativos. Pode-se dizer, assim, que aquele tipo de propaganda mais direta não atrai muito o público atual. Isso ocorre, pois já entramos em contato constante com propaganda mais simples, que não se utilizam do marketing de conteúdo.

Estamos cansados e acostumados a ver propagandas imperativas, com palavras como “compre”, “faça” e “tenha”. Esse tipo de comportamento não é mais aceitado pelo usuário moderno, que sente certa agressividade em campanhas desse tipo.

As inovações tecnológicas exigidas pelo público digital

A entrada de dispositivos móveis nas estratégias de marketing também é uma mudança já vista e esperada para o mercado online. A criação de websites e páginas adaptadas a esses aparelhos é algo essencial para empresas brasileiras. O que vemos é a migração de clientes para negócios que já se adaptaram à nova tendência, e o abandono dos negócios que não fizeram essa transição.

Os períodos em que o consumidor pausa suas atividades para navegar pelas redes sociais deve ser valorizado por empresas que procuram um aumento de sua presença no ambiente online. Dito isso, percebemos que há uma competitividade extra.

Agora, as empresas devem competir entre si, e com os conteúdos digitais que não são especificamente voltados a promoções. É por causa disso que identificamos a tendência do mercado brasileiro em integrar profissionais das diferentes áreas da comunicação.

Não é incomum vermos jornalistas, publicitários e profissionais de relações públicas trabalhando para a mesma companhia. Essa convergência das atividades de trabalho está diretamente ligada à migração do marketing tradicional para estratégias online.

A formação desses profissionais também deve se modificar e englobar conhecimentos das três áreas. Quem ficar muito preso aos modelos antigos de trabalho pode se prejudicar e ser passado para trás pela concorrência.

Uma formação que inclua, por exemplo, o domínio de plataformas como o Google AdWords, Google Analytics e mecanismos de SEO, será mais integrada ao mercado e mais aceita em empresas. Atualmente, não podemos dizer que há uma exigência dessas especializações, mas brevemente isso pode se tornar realidade.

O marketing digital inovou ao aproximar uma plataforma do mercado no Brasil: os vídeos online, que já eram tendências no mundo da comunicação. Agora, as empresas procurar diversas maneiras de integrar essas produções às campanhas.

O Facebook, por exemplo, é uma rede que prioriza vídeos em detrimento de fotos e textos. Por isso, o número de companhias que estão promovendo seus novos produtos por meio de vídeos aumentou. Com propostas criativas, essas campanhas criam histórias com os itens, fator que prende a atenção do consumidor.

 

Como as startups modernas fazem Growth Hacking

Com o desenvolvimento da internet após os anos 2000, muitos empresas acabaram se consolidando dentro do mercado financeiro graças a essa expansão do mundo digital. Muitos termos técnicos surgiram nesse período, e startup é um deles. Ao longo do século XXI, muitos significados foram dados para essa expressão, alguns denominavam startups de pequenas empresas em seu período inicial, já outros defendiam a ideia de que era um empresa com poucos custos.  Mas atualmente, a palavra startup é definida como uma equipe que procura produzir um bom negócio, em grande escala, mas no meio de condições incertas e que, muitas vezes, podem ser bem arriscadas.

 

Growth Hackers

 

No mundo globalizado em que as coisas acontecem de forma acelerada, muitos empreendedores acabam fazendo investimentos arriscados. Eles acabam utilizando de várias estratégias para alavancar seu produto e conseguir mais clientes, sendo o marketing uma ferramenta fundamental nesse processo. Porém, nos últimos anos está surgindo um grupo dentro das empresas responsável por fazê-la crescer rapidamente em um período muito curto de tempo: os Growth Hackers.

Segundo Sean Ellis, Growth Hacking é um termo utilizado para definir uma nova vertente do marketing ligada a diversos experimentos. É um processo no qual a empresa procura por pequenos atalhos tendo sempre o objetivo de atingir um rápido crescimento. Os Growth Hackers são profissionais que precisam ter um conhecimento técnico sobre computação, marketing, administração e, principalmente, a relação do consumidor com o mercado.

 

A relação das Startups com o Growth Hacking

 

As empresas modernas acabam utilizando muito desses profissionais para expandirem seu negócio. É uma abordagem diferenciada e que só as empresas com produtos comercializados na internet acabam utilizando.  O Instagram, por exemplo, percebeu que expandir o seu serviço para outras redes sociais como, Twitter e Facebook, seria uma estratégia em que aumentaria sua utilização para plataformas maiores, acelerando o seu serviço e o levando para o mesmo patamar de mídias já consolidadas. Esse modelo de growth hacking deu certo, tanto que, atualmente, o Instagram possui uma popularidade tão grande quanto o Facebook e até mesmo maior que o Twitter.

O Dropbox, em seu início, elaborou um método que permitia os usuários convidarem seus amigos em troca de mais espaço. É um plano simples criado pelos growth hackers, mas que gerou um crescimento extremamente significativo para a empresa: eles foram de 100 mil usuário para cerca de 4 milhões de pessoas, e tudo isso em menos de 20 meses.

Analisando esses dois exemplos, percebe-se o quanto o growth hacking pode ser uma estratégia eficaz dentro de uma startup, oferecendo um crescimento acelerado de clientes em um tempo bem curto. Muitos métodos tradicionais de marketing demoram anos para conseguir o que esses novos profissionais estão conseguindo.

Existe uma ideia generalizada dos Growth Hackers estarem fazendo algo ilegal. Esse pensamento é totalmente equivocado, umas vez que eles são pessoas totalmente especializadas dentro da área que trabalham. Esse preconceito existe porque a palavra hacker possui diversas interpretações, sendo um delas relacionada ao mito dos hackers serem pessoas que entendem muito de computação e acabam indo contra a lei para atingir seu objetivo.

No termo growth hacking, a palavra hacking está relacionada a encontrar atalhos para atingir o seu objetivo o mais rápido possível. Eles estudam a psicologia do consumidor e estratégias do marketing digital, mostrando serem extremamente competentes dentro daquilo que se propõem a fazer.  Já o “hacker” que as pessoas costumam conhecer também encontra atalhos, mas para acessar dados confidenciais, sendo algo totalmente diferente da função do growth hacker.

 

Estratégias do Growth Hacking

 

Os growth hackers apresentam diversas estratégias para atingir seu objetivo dentro da empresa. A mais conhecida é chamada de funil do growth hacking.  Composto por cinco fases (aquisição, ativação, retenção, receita e indicações) essa é uma forma deles otimizarem seu trabalho e analisarem o resultado obtido.  Também há uma vantagem em dividir seu processo de trabalho em etapas, ficando mais fácil encontrar os principais problemas que precisam ser resolvidos.

Porém, antes de trabalhar com o funil, é preciso realizar inúmeras pesquisas sobre o cliente que pretende atingir, mas além disso, também é necessário fazer uma pesquisa sobre os casos de sucessos e também os que falharam dentro da estratégia pretendida. Eles trabalham com ideias que viram hipóteses, e essas hipóteses viram experimentos que, muitas vezes, podem dar certo. E é por causa disso que muitas empresas andam deixando o marketing tradicional mais de lado.

Muitas empresas pequenas já se tornaram reconhecidas devido às estratégias dos growth hackers, e para os novos empreendedores, principalmente, essa parece ser uma excelente opção para alavancar o seu negócio em um período curto de tempo

 

 

5 dicas de marketing digital para pequenas empresas

Os pequenos empresários podem ficar despreocupados, porque Marketing Digital não é nada de outro mundo e pode ser incorporado de uma bem forma simples. Basta montar uma estratégia de ações, investir bastante em conhecimentos específicos ao seu negócio e, de forma dinâmica, estabelecer um forte vínculo de relacionamento com os seus clientes.

Seguindo as dicas a seguir, você verá que não importa o tamanho da empresa, o sucesso para o seu empreendimento no mundo online está muito mais ligado à técnica do que a grandes investimentos.

 

  • Invista em Marketing Digital

 

 

Geralmente, quando se está começando um negócio, há diversos projetos que entram como prioridade na listinha de aplicações, como, por exemplo: investir em equipamentos, capacitar funcionários e, até mesmo, ampliar as instalações da corporação; mas a contratação de funcionários específicos de marketing digital ou a consultoria de uma agência especializada, acabam ficando como segunda opção.

É fundamental, principalmente em tempos de crise que a concorrência aumenta entre os setores, criar um conteúdo voltado a captar a atenção dos clientes. E não ter alguém preparado para se adaptar às situações do mercado, pode gerar perda de lucros. O ideal é separar um orçamento, pesquisar uma agência que atenda às suas necessidades e criar uma estratégia que caiba no seu bolso.

 

  • Entenda como funciona o Marketing Digital

 

 

A internet é o local ideal para estudar sobre qualquer tipo de tema. Felizmente, há uma lista interminável de materiais para aprendizado (blogs, e-books, whitepapers, tutoriais no YouTube etc), então, não há motivo para não compreender como funciona esse ramo. Quanto mais gente, na sua empresa, entender do assunto é melhor. Afinal, várias cabeças pensam melhor do que uma, não é mesmo? Às vezes, soluções simples geram grandes mudanças e planos criados em grupo costumam se sair melhor do que ações individuais. .

 

  • Monte uma estratégia

 

 

Agora que você já começou a investir em marketing digital e está inteirado sobre o assunto, tem propriedade para definir as propostas que nortearão os rumos da sua empresa. Leve em consideração que é preciso estabelecer a linguagem que será utilizada, plataforma de interação com os clientes, mapeamento de público, entre outros. Isso não é tarefa fácil, mas faz toda a diferença durante a realização das metas de crescimento.

Para isso, as grandes empresas costumam fazer pesquisas de mercado, com o intuito de entender melhor os seus clientes; através dos dados obtidos, conseguem pensar em ações que solucionam os problemas abordados ao longo dessas análises.

Dica: Esteja atento aquilo que os seus concorrentes estão utilizando para alavancar consumidores e, de preferência, acompanhe de perto todo o processo. As necessidades mudam conforme o tempo, portanto inovar é fundamental.

 

  • Fique atento ao conteúdo

 

 

Estude o seu público-alvo e produza um conteúdo específico. As pautas sugeridas por sua equipe de Marketing Digital podem ser ótimas, porém se não atingirem os consumidores da sua empresa, não adiantaram de nada.

Então, esteja atento a tudo aquilo que está sendo produzido e certifique-se de que o material é completo, porque só assim é possível fortalecer uma estratégia interessante, útil e confiável entre os clientes.

Ademais, é fundamental analisar os resultados. Todas as ações precisam ser mensuradas para que fique claro o que está dando certo e tudo aquilo que precisará ser revisto, de acordo com as estratégias estabelecidas. Gráficos, tabelas e planilhas ajudam a visualizar melhor as medidas de planejamento.

 

  • Procure criar parcerias

 

 

Às vezes, empresas que atuam no mesmo ramo e instituições, que complementam o seu conteúdo, podem ser uma das melhores opções para atingir o seu objetivo. Porque esses grupos também investem em Marketing Digital e podem estar atentos a perspectivas que os seus colaboradores não perceberam.

Além disso, citações dessas instituições em suas plataformas digitais podem gerar uma troca de ações interessante para ambos os lados; consumidores com interesses em comum que têm a oportunidade de ampliar o espectro de conhecimento nos mais variados tipos de serviço de um mesmo segmento.

Hoje em dia, é fundamental estabelecer parceiros virtuais, não importa a área de atuação no mercado. Até o Google, em seu campo de pesquisas, prioriza os sites, que possuem diversos links que se interligam entre si e dispõem de grande número de visualizações.